The photos are of the company Soul - Sociedade de Ônibus União Ltda, which is a bus operator based in the municipality of Alvorada. It operates routes to Porto Alegre and some other municipalities within the Porto Alegre Metropolitan Area. The company has been operating in the region since the 1950s and is one of the largest bus operators in the area. The livery shown in these photos represents Soul's old visual identity, which was used from its founding until the 1990s.
Mobilidade do Brasil
Um blog que aborda as principais noticias do transporte aéreo e terrestre, que traz dicas de viagem, intercâmbio e matérias nostálgicas sobre empresas de ônibus e aviões, alem da relação de frotas, linhas e destinos de algumas empresas do Rio grande sul e do Brasil.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Historical Photo Series Chapter 1 (Soul - Alvorada RS) - EN
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Aviação 2036: como Grupo Abra, LATAM e Azul podem transformar o mercado brasileiro e latino-americano na próxima década
A aviação latino-americana vive um dos momentos mais importantes de sua história. Após anos de recuperação financeira, fusões, novas parcerias e reorganização das empresas, o setor caminha para um novo ciclo de consolidação.
Se a década passada foi marcada pela criação do Grupo Abra e pela aproximação entre LATAM e Delta Air Lines, a próxima poderá ser lembrada como a década em que surgirão três grandes grupos capazes de disputar o mercado continental em igualdade de condições.
Esta análise apresenta um cenário prospectivo para 2036, baseado nas estratégias atuais das companhias e nas tendências do setor. Não se trata de informações confirmadas pelas empresas, mas de uma projeção sobre como o mercado poderá evoluir.
Grupo Abra: o maior projeto de integração da América Latina
O Grupo Abra nasceu com uma proposta diferente da maioria dos conglomerados aéreos: construir uma plataforma continental.
Hoje o grupo reúne a Gol Linhas Aéreas, a Avianca, a Wamos Air e avança na integração da SKY Airline, criando uma presença relevante no Brasil, Colômbia, Equador, América Central, Chile, Peru e Europa.
Se essa estratégia continuar, o Abra poderá se tornar um dos maiores grupos aéreos do Hemisfério Sul.
Além disso, uma eventual privatização da Aerolíneas Argentinas certamente colocará o grupo entre os principais candidatos à aquisição, graças à complementaridade geográfica e operacional.
A convergência das frotas
Um dos aspectos mais interessantes dessa estratégia é a possibilidade de padronização da frota.
A Gol possui pedidos para o Airbus A330-900neo, enquanto o Grupo Abra também mantém uma encomenda de cinco Airbus A350-900, além da frota de Boeing 787 operada pela Avianca.
Essa combinação cria uma estrutura extremamente equilibrada:
Boeing 737 MAX
Mercado doméstico brasileiro.
Airbus A320neo e A321neo
Rotas regionais na América do Sul.
Airbus A330-900neo
Ligações entre Brasil, América do Norte, Caribe e Europa.
Rotas internacionais de média demanda.
Boeing 787
Mercados intercontinentais de longo alcance.
Airbus A350-900
Rotas premium e de maior capacidade.
Essa diversificação permitiria ao grupo escolher a aeronave ideal para cada mercado, aumentando a eficiência operacional.
Aerolíneas Argentinas: uma integração que faz sentido
Caso a Aerolíneas Argentinas seja privatizada e adquirida pelo Grupo Abra, a integração da frota seria relativamente natural.
A companhia argentina já opera aeronaves da família Boeing 737 MAX, o que cria sinergias importantes com a Gol, que também utiliza esse modelo como base de sua operação doméstica.
Além disso, a Aerolíneas utiliza aeronaves Airbus A330 em suas operações internacionais.
Essa configuração conversa diretamente com a estratégia que o Grupo Abra parece desenhar para os próximos anos, baseada justamente na combinação entre Boeing 737 MAX para voos domésticos e Airbus A330neo para mercados internacionais de média densidade.
Na prática, isso reduziria custos de treinamento, manutenção, peças e planejamento operacional.
LATAM continuará sendo referência internacional
Mesmo diante do crescimento do Grupo Abra, a LATAM deverá permanecer como uma das maiores companhias da América Latina.
A empresa consolidou uma estratégia baseada na família Boeing 787 e, olhando para a próxima década, faz sentido imaginar a incorporação do Boeing 777-9 (777X) para substituir aeronaves de maior capacidade e atender mercados extremamente demandados.
Entre as rotas que poderão ganhar esse perfil estão:
São Paulo–Londres;
São Paulo–Paris;
São Paulo–Madri;
São Paulo–Nova York;
Futuramente São Paulo–Tóquio ou São Paulo–Xangai.
Azul: a terceira força continental?
A Azul poderá viver a década mais importante de sua história.
Embora hoje seja fortemente concentrada no mercado brasileiro, a empresa já demonstrou interesse em oportunidades de consolidação na América Latina.
Caso participe de uma futura privatização da Aerolíneas Argentinas — ou opte por adquirir companhias menores, como a Paranair — poderá dar um salto estratégico.
Outro fator relevante é sua frota de longo curso.
A Azul opera o Airbus A330-900neo, uma das aeronaves mais modernas do mercado, oferecendo excelente eficiência para voos de longa distância.
Caso a empresa amplie sua presença internacional, essa frota poderá servir de base para novas ligações entre Brasil, América do Norte, Europa e, futuramente, Ásia.
As alianças podem voltar a ganhar força
As alianças globais perderam parte da importância nas últimas duas décadas, mas ainda desempenham papel estratégico.
Um cenário possível para 2036 seria:
Star Alliance
Avianca
Possível entrada da Gol
Eventual integração futura da SKY
SkyTeam
LATAM, impulsionada pela forte parceria com a Delta Air Lines
oneworld
Azul, caso aprofunde sua relação estratégica com a American Airlines
Esse cenário devolveria equilíbrio às três grandes alianças globais na América do Sul.
A Ásia será o novo objetivo
O crescimento das relações comerciais entre Brasil e Ásia poderá estimular uma nova geração de voos diretos.
Entre os destinos mais promissores estão:
China
Principal mercado potencial da década.
Japão
Retorno das ligações diretas impulsionado pelos laços históricos e pelo turismo.
Índia
Mercado emergente que deverá ganhar importância com o aumento do intercâmbio econômico.
A tendência é que tanto LATAM quanto Grupo Abra liderem essa expansão, utilizando Boeing 787, Airbus A330neo, Airbus A350-900 e, possivelmente, o Boeing 777-9.
O futuro será decidido por três grandes grupos
Se essa projeção se confirmar, o mercado latino-americano passará a se parecer muito mais com o europeu.
Teremos três grandes grupos competindo por passageiros, conectividade e mercados internacionais:
Grupo Abra, construindo uma plataforma aérea continental integrada.
LATAM, mantendo sua liderança nos voos intercontinentais.
Azul, com potencial para se transformar em um grupo regional caso avance em aquisições estratégicas.
Mais do que disputar passageiros, essas empresas disputarão hubs, alianças globais, rotas para a Ásia e o protagonismo da aviação latino-americana nas próximas décadas.
A década de 2030 poderá ser lembrada como o período em que a aviação da América Latina deixou de ser formada por companhias nacionais isoladas para se transformar em um mercado dominado por grandes grupos multinacionais, conectando o continente ao restante do mundo de forma cada vez mais integrada.
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Dibujos de la Movilidad 1 (Soul - Sociedade de Ônibus União Ltda) - ES
Estos dibujos representan a la empresa Soul (Sociedade de Ônibus União Ltda), una compañía de autobuses del municipio de Alvorada que opera rutas hacia Porto Alegre y otros municipios de la Región Metropolitana de Porto Alegre. La empresa presta servicios en la región desde la década de 1950 y é una de las mayores empresas de autobuses de la zona.
sábado, 15 de agosto de 2026
Descentralização da rodoviária e do transporte no centro de Porto Alegre
Descentralização da rodoviária e do transporte no centro de Porto Alegre
Por Redação Mobilidade do Brasil
A Rodoviária de Porto Alegre é, há décadas, um dos principais pontos de chegada e saída da capital gaúcha. Localizada em uma área estratégica do centro, sua posição sempre foi motivo de conveniência para passageiros, mas também de desafios para a mobilidade urbana.
Nos últimos anos, discute-se cada vez mais a descentralização da rodoviária e de parte do transporte intermunicipal e interestadual, visando reduzir o tráfego intenso e reorganizar a malha de transporte.
Motivos para a descentralização
A região central da cidade já enfrenta sobrecarga viária, com grande fluxo de ônibus, carros e pedestres. A concentração de linhas intermunicipais e interestaduais na mesma área provoca congestionamentos, aumenta a poluição e exige complexas operações de embarque e desembarque.
Além disso, a demanda por transporte cresceu, e muitos veículos de grande porte precisam atravessar áreas densamente povoadas para acessar a rodoviária.
Possíveis soluções
O projeto de descentralização prevê a criação de terminais regionais em pontos estratégicos da Região Metropolitana, ligados ao transporte urbano de alta capacidade, como o Trensurb e o futuro aeromóvel ampliado.
Isso permitiria que passageiros vindos de cidades próximas desembarcassem em locais mais próximos de seus destinos, evitando a necessidade de passar pelo centro.
Exemplos de referência
Capitais como Curitiba e Belo Horizonte já adotaram modelos parcialmente descentralizados, criando estações integradas e terminais satélites para aliviar o trânsito na região central.
Porto Alegre pode seguir caminhos semelhantes, aproveitando terrenos próximos a rodovias como BR-116 e BR-290 para implantar terminais.
Impactos esperados
-
Redução de congestionamentos no entorno da rodoviária.
-
Melhoria na qualidade do ar com diminuição de emissões.
-
Integração multimodal entre ônibus, metrô, aeromóvel e transporte urbano.
-
Maior conforto e segurança para passageiros, com áreas mais modernas e acessíveis.
Desafios do projeto
A descentralização exige investimentos altos, planejamento detalhado e a criação de uma rede eficiente de transporte de ligação. Além disso, é necessário ouvir a população e empresas de transporte para garantir que as mudanças atendam às necessidades reais dos usuários.
Conclusão:
A descentralização da rodoviária de Porto Alegre é uma oportunidade para repensar a mobilidade urbana, reduzir impactos no centro e oferecer mais eficiência ao transporte. Com planejamento e integração, a cidade pode transformar um ponto de gargalo em um novo modelo de acessibilidade.
sábado, 1 de agosto de 2026
Mobility Drawings 1 (Soul - Sociedade de Ônibus União Ltda) - EN
These drawings feature the company Soul (Sociedade de Ônibus União Ltda), a bus operator based in the municipality of Alvorada. The company provides transit services connecting Alvorada to Porto Alegre and several other cities within the Porto Alegre Metropolitan Area. Operating in the region since the 1950s, Soul is one of the largest bus companies in the area.
sexta-feira, 31 de julho de 2026
A nova disputa pela aviação latino-americana: como Abra, LATAM e Azul podem redesenhar o mercado
A aviação da América Latina pode estar entrando em uma nova fase de consolidação. Nos últimos anos, fusões, aquisições e alianças estratégicas transformaram completamente o cenário do setor, e os próximos movimentos poderão definir quem dominará o mercado nas próximas décadas.
Hoje, três grandes protagonistas disputam espaço: o Grupo Abra, a LATAM Airlines Group e a Azul Linhas Aéreas.
Grupo Abra: construindo um gigante latino-americano
Desde sua criação, o Grupo Abra deixou claro que pretende atuar como uma plataforma continental de aviação.
O grupo reúne atualmente empresas importantes como a Gol Linhas Aéreas, a Avianca e a Wamos Air, além do processo de integração da SKY Airline, fortalecendo sua presença no Brasil, Colômbia, Equador, América Central, Chile, Peru e Europa.
Essa estratégia cria uma malha altamente complementar, permitindo conexões entre praticamente todos os principais mercados da América Latina.
Caso novas aquisições ocorram nos próximos anos, o Abra poderá consolidar uma posição semelhante à dos grandes grupos europeus, como Lufthansa Group e Air France-KLM.
O grande prêmio: Aerolíneas Argentinas
Entre todos os ativos da região, nenhum desperta tanto interesse quanto a Aerolíneas Argentinas.
Caso o governo argentino avance em um processo de privatização, a companhia poderá se tornar a aquisição mais disputada da história recente da aviação latino-americana.
Para o Grupo Abra, a compra representaria praticamente completar sua presença nos maiores mercados da América do Sul.
Já para a LATAM, significaria recuperar uma posição estratégica na Argentina após o encerramento de sua antiga subsidiária no país.
Mas existe um terceiro nome que pode surpreender.
Azul: uma oportunidade para crescer além do Brasil
Embora historicamente concentrada no mercado brasileiro, a Azul já demonstrou interesse em oportunidades de consolidação na América Latina.
Caso participe de uma eventual privatização da Aerolíneas Argentinas, a companhia brasileira poderá dar um salto de escala e deixar de ser apenas uma empresa nacional para se transformar em um grupo regional.
Uma estratégia interessante seria combinar essa expansão com uma aquisição menor, como a Paranair, do Paraguai.
Essa combinação permitiria criar uma rede integrada envolvendo Brasil, Paraguai e Argentina, fortalecendo a presença da empresa no Cone Sul.
O papel da American Airlines
Outro fator que merece atenção é o posicionamento das grandes companhias norte-americanas.
Nos últimos anos, a Delta Air Lines consolidou uma parceria estratégica com a LATAM, enquanto a United Airlines mantém uma relação histórica com a Avianca.
Nesse contexto, a American Airlines passou a buscar um novo parceiro de longo prazo na América do Sul.
A Azul surge como uma candidata natural para ocupar esse espaço.
Uma aproximação ainda maior entre American Airlines e Azul poderia incluir ampliação do compartilhamento de voos, integração dos programas de fidelidade e, futuramente, apoio financeiro para projetos de expansão regional.
Caso isso aconteça, a American recuperaria parte da influência que perdeu após o fim de sua parceria com a LATAM.
Como poderiam ficar as alianças?
Embora as alianças globais tenham perdido parte da importância nas últimas duas décadas, elas continuam relevantes.
Um possível cenário para os próximos anos seria:
Star Alliance fortalecida pelo Grupo Abra, tendo a Avianca como principal representante e, eventualmente, recebendo Gol e outras empresas do grupo.
SkyTeam consolidando sua parceria com a LATAM, impulsionada pela forte relação com a Delta Air Lines.
oneworld reconstruindo sua presença na América do Sul por meio de uma aproximação entre American Airlines e Azul.
Se esse cenário se confirmar, cada uma das três grandes alianças voltaria a ter um representante de peso na região.
Três grandes blocos para a próxima década
O mercado latino-americano poderá caminhar para um modelo semelhante ao europeu, com três grandes grupos disputando passageiros e conectividade.
Grupo Abra
Brasil
Colômbia
América Central
Chile
Peru
Europa (Wamos Air)
Possível expansão para a Argentina
LATAM Airlines Group
Forte presença em diversos mercados sul-americanos
Liderança em voos internacionais de longa distância
Parceria estratégica com a Delta Air Lines
Grupo Azul
Brasil
Possível expansão para Paraguai e Argentina
Parceria cada vez mais próxima da American Airlines
Uma década decisiva
A próxima década poderá ser marcada menos pela criação de novas companhias e mais pela formação de grandes grupos empresariais.
Privatizações, fusões, investimentos estrangeiros e novas alianças comerciais deverão redefinir o mapa da aviação latino-americana.
Independentemente de quem saia vencedor, uma coisa parece cada vez mais clara: o futuro da aviação na região será decidido por grupos com atuação continental, capazes de conectar mercados, integrar operações e competir globalmente.
Importante: As análises apresentadas neste artigo representam cenários estratégicos baseados em movimentos recentes do setor e não correspondem a negociações ou decisões oficialmente anunciadas pelas empresas envolvidas.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Desenhos feitos pelo autor do blog, em cima de adaptações 12
Hoje, vou trazer adaptações de desenhos que eu fiz, baseado na empresa fictícia de ônibus que tenho no meu computador, espero que gostem.
eu tenho como hobby pintar ônibus com o nome das empresas fictícias que eu tenho. No futuro talvez eu abra uma aba aqui no blog só para as minhas empresas fictícias, estou avaliando ainda essa possibilidade. É um hobby muito prazeroso pintar e dar o acabamento para esses desenhos.






















